O RESGATE DA INFÂNCIA PERDIDA
- Marcella Azevedo

- 16 de abr. de 2023
- 2 min de leitura

O ocidente foi cristalizado a partir da cultura judaico cristã. Desta forma, seria impossível passar por campos como o social, religioso, artístico e, até mesmo político, sem reconhecer o papel preponderante e eficaz das obras do cristianismo. O Brasil, um Estado Democrático de Direito, inaugurou em 1988 a sua Constituição Federal inspirada na tradição cristã e, sabe-se que efetivamente neste Estado, somos majoritariamente cristãos.
Entretanto, a partir das agendas progressivas, relativismo cultural e movimentos ideológicos, nosso Estado tem sido fortemente influenciado a extrair a inocência das crianças. No entretenimento as crianças enxergam o bem e o mal relativizado; as escolas tem deixado de ser o jardim de infância; no meio social são escandalizadas quando professam sua fé em Cristo; ademais, os fortes movimentos ideológicos têm proporcionado um caos mental nas crianças retirando a verdade, a bondade e a ingenuidade.
Pelo fato das crianças terem menos experiências e conhecimento sobre a vida, elas são naturalmente inocentes. A Bíblia valoriza tanto a inocência da criança que no Sermão da Montanha, Jesus nos convoca a preservar nossa qualidade de vida tornando-nos como crianças, mantendo a nossa inocência e submissão a Deus, como está escrito “Em verdade vos digo: se não vos transformardes e vos tornardes como criancinhas, não entrareis no Reino dos Céus” (Mateus 18:3).
Tal cenário caótico nos desperta para o chamado urgente a luta. Devemos combater a corrupção predominante e, o primeiro passo é recuperar o real sentido da inocência. Ademais, é estabelecer as raízes da verdade, da bondade, e pureza para que elas floresçam. Melhor que falar é mostrar o caminho (provérbios 22:6), é também darmos bom testemunho dos cristãos que somos através das nossas atitudes, essa é a importância da visão discipuladora.
E, assim caminhar como o apóstolo Paulo nos alerta “E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos” (Gálatas 6:9), que assim seja!
~ Marcella Azevedo



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